quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Volta para mim diz o SENHOR...



Deus te chama


"Ainda assim, agora mesmo, diz o SENHOR: convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não a vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus, por que Ele é misericordioso, e compassivo, e se arrepende do mal".      Joel 2.12.13


     Os Profetas menores são absolutamente relevantes para a nossa geração. Sua mensagem é contundente, oportuna e urgente. Embora tenha vivido há mais de 2500 anos, abordam temas que estão na agenda das famílias, das igrejas e das nações.
   Os Profetas menores lamentavelmente têm sido esquecidos pela nossa geração. Poucos cristãos leem e estudam com devida atenção esses preciosos livros proféticos. Poucos pregadores e estudiosos expõem com clareza, fidelidade e profundidade esses livros no púlpito. Precisamos urgentemente resgatar a atualidades desses preciosos livros em nosso estudos exposições e, principalmente, aplicando esses livros às nossas vidas, famílias e ministérios.

   No Texto em destaque, Joel 2.12.13 o ETERNO convoca o seu povo a se voltar para Ele. O Arrependimento é o único caminho da restauração. É a única porta de escape do juízo. É arrepender-se e viver ou não se Arrepender e morrer.
  O Povo de Deus é como o filho prodigo que precisa voltar ao lar do Pai celestial. 
Não basta cair em si, é preciso voltar para casa. Não basta ter convicção de pecado, é preciso pôr o pé na estrada da volta para Deus. Não é apenas um retorno à Igreja, à doutrina, à Comunhão, a uma vida moral pura, mais uma volta para uma relação pessoal com Deus.

Uma Volta com Profundidade: (2.12)- "de todo o vosso coração".

   O Povo de Judá estava endurecido e indiferente à voz de Deus. Vivia para seus prazeres e não se importava com as exortações do Senhor. O Juízo estava à porta e eles folgavam em seus pecados. Antes de o Eterno derramar seu Juízo, Ele nos dá a Oportunidade de nos arrependermos . Deus não aceita coração dividido, Ele não se satisfaz com uma Espiritualidade Cênica, farisaica, hipócrita. Ele vê o coração e requer verdade no intimo.
  São muitos aqueles que, após um congresso, um Retiro ou uma mensagem inspirativa, fazem lindas promessas a Deus. Comprometem-se a orar com mais fervor, a ler a Palavra com mais avidez, outros fazem voto solenes, mais todo esse fervor desaparece tão rápido como a nuvem do céu e o orvalho que evapora da terra.

Uma Volta com diligência: (2.12)- "e isso com Jejuns...".

  Deus alerta seu povo que não aceita um arrependimento trivial, raso, transitório. Antes de sermos restaurados, precisamos ser tomados de uma profunda convicção de pecado e de como havíamos ofendido a Deus. Quem jejua tem pressa. Quem Jejua esta dizendo que a volta para Deus é mais importante e mais urgente que o sustento do corpo (Mt 4.4), ao Contrario, o Jejum sem oração é apenas dieta, que só trara cuidados para o corpo, mais não para a alma.
  O Jejum é instrumento de mudança, não em Deus, mais em nós. Leva-nos ao quebrantamento à humilhação e a ter mais gosto pelo pão do céu do que pelo pão da terra. O jejum é uma experiência pessoal e íntima. Há momentos porém, que se torna aberto, declarado e coletivo. Joel conclama o povo todo a jejuar nesse processo de volta a Deus.

Uma Volta com Sinceridade: (3.13)- "Rasgai o vosso coração e não a vossas vestes".


 Rasgar o coração


 Deus não se Impressiona com o desempenho humano. Ele não é movido por nossos Gestos, nossa teatralização. Ele não se satisfaz com uma espiritualidade divorciada de uma vida de santidade. Ele não Aceita um quebrantamento apenas exterior. Esse costume de rasgar as vestes era parte da reação cultural diante de uma crise (2Rs 19.1). A Contrição Interna é mais importante do que a manifestação externa do pensar. É o coração que deve ser atingido. É ele que deve ser rasgado.
      
     O ETERNO não se deixa enganar por nossos gestos, palavras bonitas e emoções sem quebrantamento. Deus vê o coração (1Sm 16.7). Diante dEle não adianta " rasgar seda": é preciso rasgar o coração. Para Deus, não é suficiente apenas estar na Igreja, e ter um culto animado, É preciso ter um coração rasgado, quebrado, arrependido e transformado. Um coração compungido jamais será desprezado por Deus.

Oração: Ore nesse momento pedindo ao SENHOR uma transformação em sua vida, seja sincero a Ele, Rasgue seu coração, jejue Ore e Vença em nome de JESUS!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

MORTE A CARNE!!!

marar a carne

SAINDO DA CARNE
“Digo, porém: Andai no Espírito, e não haveis de cumprir a cobiça da carne. Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Gálatas 5:16,17)

Vivemos em guerra vinte e quatro horas por dia; sete dias por semana. Trata-se de uma batalha ininterrupta, não só contra os demônios mas contra a nossa própria carne. O apóstolo Paulo declarou que via em seu corpo uma guerra entre seu homem interior - que tinha prazer na lei de Deus, e a sua carne - que se via dominada pela lei do pecado.

O que é estar na carne?
É viver a vida sem Cristo, desprovida por completo da lei do Espírito. Este não é o caso dos cristãos verdadeiros, pois o texto prossegue dizendo:

“Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele”. Romanos 8:9

Depois desta declaração profunda, de que ninguém que serve a Cristo está desprovido do Espírito Santo para vencer, Paulo estabelece claramente onde cada uma das duas leis opera: a do pecado, na carne; e a do Espírito da vida, em nosso próprio espírito.

“Ora, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça”. Romanos 8:10

O quê, exatamente, significa a expressão “corpo morto por causa do pecado”?

Fala da operação da lei do pecado na nossa carne; Mas assim como a carne está sob a lei do pecado, nosso espírito, por sua vez, está sob a vida; ou seja, tem nele a operação do Espírito da vida! Enquanto a Bíblia chama nossa carne de corpo morto (ou mortal), chama nosso espírito de vivo (ou vivificado) e diz que esta vida do espírito pode fluir para o corpo, anulando a lei da morte.

ORAÇÃO: Ore ao Senhor pedindo Fortalecimento Espiritual, para vencer a Luta da Carne todos os dias!!

Enchei-vos do ESPÍRITO...


Encher do Espirito


                                            4 preciosidades em Efésios 5.18

Existem quatro regras gramaticais no idioma grego que nos conduzem a quatro verdades com relação ao texto de Efésios 5.18
As palavras que encontramos no texto são: "enchei-vos do Espírito"


Em primeiro lugar, o verbo está no modo imperativo. Em outras palavras, é imperativo que sejamos cheios do Espírito Santo, primeiramente porque Deus ordenou, e em segundo lugar, porque a plenitude do Espírito é a maneira pela qual Deus capacita o cristão a ter uma vida semelhante a de Cristo. Não se deixar encher pelo Espírito é pecado, e o seu resultado é a impossibilidade de viver de modo que honre a Deus.

Em segundo lugar, o tempo do verbo é o presente, e esse tempo, no modo imperativo, sempre representa ação em prosseguimento. Disso aprendemos que a mecânica de uma vida cheia do Espírito não provê um controle esporádico, ou noutras palavras, o cristão não é cheio pelo Espírito apenas quando está fazendo algum serviço, como a pregação ou o ensino. Porém, o cristão que vive uma vida cristã normal, em que se rende a Deus, momento após momento, também experimenta uma plenitude do Espírito que prossegue momento após momento, Nenhum cristão pode contentar-se com menos e ao mesmo tempo ter uma vida cristã vitoriosa.

Em terceiro lugar, o verbo está no plural, o que nos ensina que tal mandamento foi endereçado não apenas ao pregador e ao diácono, ou só ao professor da Faculdade, mas igualmente a todo cristão, quer negociante, trabalhador braçal ou dona de casa. Faz parte da responsabilidade espiritual de cada cristão estar cheio do Espírito Santo.

Em quarto lugar, o verbo está na voz passiva. Essa classificação gramatical apresenta o sujeito do verbo como inativo, sobre o qual é exercida a ação expressa pelo verbo. Isso nos ensina que o ficar cheio do Espírito não é obra humana, mas de Deus. Não podemos chegar a essa condição por nossos próprios esforços, por mais que esperemos, oremos ou agonizemos. O que resulta nessa plenitude é o simples desejo pela mesma e a confiança no Senhor Jesus de que Ele o fará
 (Jo 7.37-39).

Nele, que nos chama para sermos cheios do Espírito Santo.


Oração: Peça a Deus nesse momento te mostrar o que você precisa esvaziar para que ele venha te encher do Espirito Santo.

Comparações de Cristo no Velho testamento para o novo...







ADÃO

Este foi o primeiro homem. Talvez não o associássemos à pessoa de Cristo se Paulo não o tivesse feito. O apóstolo traça tal paralelo em Romanos 5:12-21 e em I Coríntios 15:21,22,45-49. A semelhança entre Jesus e Adão está no fato de ambos terem sido os primeiros de suas respectivas "espécies". Adão foi o primeiro da raça humana. Jesus foi o primogênito dos filhos de Deus (Rm.8:29). Seus atos foram determinantes na formação da natureza de seus descendentes (Rm.5:19 Is.53:10). Tanto o pecado de Adão quanto a salvação em Cristo podem ter conseqüências eternas, dependendo, para isso, da escolha que se faz pelo lívre-arbítrio. Além desses pontos, a comparação entre os dois é feita com ênfase no contraste:

O ANIMAL SACRIFICADO PARA VESTIR ADÃO E EVA
  
O pecado trouxe a consciência da nudez e, consequentemente, a vergonha. Eles tomaram a iniciativa de fazer algo que os cobrisse. Usaram folhas de figueira para fazer aventais, ou cintas. Tanto o material era inadequado quanto insuficiente a extensão da roupa produzida. Deus então lhes fez túnicas de peles (Gn.3:21). A pele iria cobri-los convenientemente, além de aquecê-los. Para que Deus utilizasse peles, entendemos que pelo menos um animal deveria ser morto.
A iniciativa humana para cobrir os danos do pecado é totalmente ineficaz. Só Deus podia fazê-lo. Para isso, ele enviou o seu filho, o Cordeiro de Deus, que, tendo sido morto, nos cobre, nos protege e nos torna dignos de chegar à presença de Deus sem constrangimento.