quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Bem-aventurados os que choram... (Mateus 5:4)

Bem-aventurados os que choram... (Mateus 5:4)





Será  que  são  felizes  os  que   choram?  Que  espécie   de felicidade e essa que provoca o   choro?  Para  que  possamos compreender esse aparente paradoxo,   precisamos  entender  o que e a verdadeira felicidade. Ser  feliz   não  se  expressa necessariamente em risos e gargalhadas, mas numa   satisfação interior de paz e contentamento. Aquele que  tem  capacidade para chorar e a pessoa sensível não somente  as  suas  dores físicas e morais mas  também  aos  sofrimentos  do  próximo.
Sente-se triste porque sabe que transgrediram a vontade de Deus, chora ao  contemplar  milhares  de  homens e mulheres vivendo nas trevas do pecado, O salmista diz: "Os que semeiam em lagrimas, com cânticos de jubilo segarão. Aquele que sai chorando, levando  a  semente para  semear,   voltara  com   cânticos  de  jubilo,   trazendo consigo os seus molhos" (Salmos 126:5, 6). Ver as centenas de pessoas ao nosso redor sem Cristo dói  no coração; e quando   algumas  delas  são  parentes  ou  amigos íntimos, não podemos  conter  as  lagrimas.  No  entanto,   à medida que vamos semeando a Palavra de Deus  e  orando  pela salvação, a alegria começa a brotar em nossa alma. Lembremo-nos das palavras do salmista: "O choro  pode  durar uma noite; pela  manha,   porem,   vem  o  cântico  de  jubilo (Salmos 30:5). Jesus disse:” Bem-aventurados os que  choram, porque eles serão consolados ““.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A ARCA DA ALIANÇA-HISTÓRIA E SIGNIFICADO

A ARCA DA ALIANÇA-HISTÓRIA E SIGNIFICADO



I. História:
A arca da aliança (também chamada "arca do Senhor", "arca de Deus", "arca da aliança do Senhor", "arca do testemunho" e "arca sagrada") era uma caixa retangular de madeira de acácia, medindo cerca de 1,20m de comprimento e 0,75m de largura x 0,75m de altura (Ex 25.10). Seu revestimento interno e sua cobertura externa eram de ouro puro batido. Na parte superior, ao redor, havia uma bordadura de ouro (Ex 25.11). Contudo, a tampa que cobria a arca, denominada de propiciatório (em hebraico kappõret, "cobertura"), era de ouro maciço (Ex 25.17). Sobre o propiciatório, também de ouro maciço, haviam dois querubins, um em cada extremidade da arca com as asas estendidas à frente um do outro, cobrindo o propiciatório (Ex 25.18-20). Do meio deles Deus se comunicava com o Seu povo (Ex 25.22). A arca era a única peça de mobília no Santo dos Santos do tabernáculo (e, posteriormente, do templo) e abrigava cópias das tábuas da lei (Ex 25.16; 2 Rs 11.12), um vaso com maná (Ex 16.33,34) e a vara de Arão (Nm 17.10). Mas quando, numa época posterior, foi colocada no lugar santíssimo do templo de Salomão, "Nada havia na arca senão só as duas tábuas de pedra, que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o Senhor fez aliança com os filhos de Israel, ao saírem da terra do Egito" (I Rs 8.9).

Antes da construção do templo, a arca da aliança era carregada por sacerdotes levitas (cf. 2 Cr 35.3) que usavam duas varas de acácia revestidas de ouro, fixas em argolas que ficavam na parte inferior da arca (Ex 25.12-15). Quem tocasse na arca da aliança era passível de morte (cf. 2 Sm 6.6,7).

Segundo o historiador Josefo, a arca da aliança provavelmente se perdeu durante a destruição de Jerusalém pelos caldeus, em 587 a. C., pois na construção pós-exílica do segundo templo (c. de 537 a. C.) a arca já não fazia parte dos utensílios do santuário, o que deveras surpreendeu Pompeu quando em 63 a. C. insistiu, pela força, entrar no lugar santíssimo. F. F. Bruce lembra: "No lugar santíssimo pós-exílico a posição da arca estava marcada por uma plataforma chamada 'a pedra de fundação' (heb. 'eben shattiyyãh)".

Jeremias profetizou o fim da arca da aliança (como objeto e símbolo) assim: "Sucederá que, quando vos multiplicardes e vos tornardes fecundos na terra, então, diz o Senhor, nunca mais se exclamará: A arca da aliança do Senhor! ela não lhes virá à mente, não se lembrarão dela nem dela sentirão falta; e não se fará outra" (Jr 3.16). Comentando esta passagem de Jeremias, R. K. Harrison diz: "A presença de Deus em Sião fará desnecessária a arca e outros objetos de culto com sua majestade, porque estes são somente símbolos da realidade de Deus. Na Jerusalém celestial de Ap 22.5 o sol também estará fora de moda. Até esta época ainda precisamos de alguns lembretes materiais da atuação de Deus, para auxiliar a fé".

II. Significado:
A arca da aliança possuía dos significados distintos. O primeiro era simbolizar a presença protetora e orientadora de Deus no meio do Seu povo. No recôndito do santuário o Senhor revelava Sua vontade aos Seus servos (Moisés: Ex 25.22; 30.36; Arão: Lv 16.2; Josué: Js 7.6, etc.). Justamente por ser símbolo de Deus com Seu povo, a arca da aliança desempenhou um papel importantíssimo, como por exemplo, na travessia do rio Jordão (Js 3.4), na queda de Jericó (Js 6) e na cerimônia da memorização do pacto, no monte Ebal (Js 8.30-35).

O segundo significado, que na verdade é a expressão maior do primeiro, tem a ver com Jesus Cristo. O Dr. D. D. Turner observa: "A arca tipificava o Senhor Jesus Cristo que intercede por nós detrás do véu". E ainda: "Verifica-se melhor a tipologia da arca em Números 10.33: 'A arca da aliança do Senhor ia adiante deles caminho de três dias, para lhes deparar lugar de descanso'. Jesus Cristo, o antitipo da arca, vai adiante dos Seus remidos explorando o caminho através do deserto deste mundo pecaminoso, e levando o Seu povo até à Canaã celestial". E conclui: "Assim como a arca ficou nas mãos dos filisteus durante certo tempo (cf. I Sm 5 e 6), o Messias foi cativo no sepulcro, mas depois ressuscitou com triunfo".


Esperamos que estas rápidas considerações sobre a arca da aliança tenham sido de alguma forma esclarecedoras para você. Que Deus o (a) abençoe.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Bem-aventurados os humildes de espírito... (Mateus 5:3)




Bem-aventurados os humildes de espírito... (Mateus 5:3)

Hoje  iniciamos  uma  serie  de  meditações,   baseadas    nas bem-aventurança  do  Sermão  do  Monte.  Outra   versão   da primeira  palavra  de  cada  verso   e  felizes,   que  também expressa adequadamente o sentido de cada benção  mencionada. A verdadeira felicidade resulta da assimilação de  todas   as qualidades relacionadas nessas bem-aventurança.

Quando Jesus desejou usar uma ilustração para ensinar a seus discípulos o   significado  de  humildade,   Ele  colocou  uma criança no meio deles e disse:   "Portanto,   quem  se  tornar humilde como esta criança, esse e o maior no reino dos céus" (Mateus 18:4). Tiago diz: "Deus resiste  aos  soberbos;   da, porem, graça aos humildes" (Tiago 4:6) A humildade não e uma  característica  popularmente  aceita. Muitos identificam as pessoas humildes  como  os  pobres  de bens materiais ou então como indivíduos  sem  personalidade. Nada mais errado! O humilde de espírito reconhece: tudo  que e tem vem das mãos de Deus. Reconhece o senhorio de Cristo em sua vida. Esta tão envolvido  no  serviço  a  Deus  e   ao próximo que não se preocupa em reivindicar os seus direitos. E um crente dado   a  oração,   procurando  sintonizar  a  sua vontade com a de seu Pai celestial.

Os humildes conhecem a verdadeira felicidade porque no trono do seu coração esta o Senhor Jesus Cristo.  Ele  e  o  maior exemplo de humildade que já   viveu  entre  os  homens.  Tudo estava em suas mãos, todo o poder estava investido nele,   no entanto, entregou-se a si mesmo por amor a nos.

Oremos ao Senhor como nos ensina o hino: Mais de Cristo eu quero ver, Mais do seu amor obter, Mais da sua compaixão, Mais da sua mansidão.

Mais, mais de Cristo! Mais, mais de Cristo! Mais do seu puro e santo amor Mais de ti mesmo, o Salvador!


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

NÃO TOQUE!!!!!




Não Toque
 
Uma cadeira está no meio da praça com um cartaz pendurado nela dizendo: "NÃO TOQUE".
O Mímico curioso que por acaso passava pelo local percebe a cadeira e se aproxima. Rodando em torno da cadeira ele tenta entender o que há de errado com ela. Sem chegar a conclusão alguma, o curioso passa a frente da cadeira e olha para a esquerda e para a direita, observando se ninguém aparece.
Vendo que "a barra estava limpa", o curioso pega o cartaz (disfarçando e cheio de confiança) e o joga no chão , desprezando-o. Enquanto olhava para o cartaz no chão, o curioso sem perceber apoia-se na cadeira.
 Após achar graça do cartaz caído no chão, o mímico percebe ao tentar ir embora, que sua mão ficou colada na cadeira (a mão e a cadeira permanecem imóveis embora o curioso esforce-se em descolá-la ). Neste instante, outro mímico, o amigo, passa pela frente da cadeira com o curioso colado. Imediatamente o curioso disfarça, acenando para o amigo que então continua seu passeio.  Após o amigo se afastar o curioso começa a ficar impaciente . Ele coloca a outra mão no acento da cadeira para tentar descolar a primeira. Então percebe que sua segunda mão fica colada também . Faz força, levanta a cadeira, sacode, e imediatamente disfarça quando percebe que o amigo se aproxima novamente. O curioso sorri sem graça e finge estar fazendo exercícios.
O amigo acha estranho, mas depois olha para a platéia e elogia o curioso. Faz sinal de aprovação e continua seu passeio. Tão logo o amigo se distancia, o curioso recomeça a tentar se descolar. Ele está realmente nervoso agora. Joga a cadeira para um lado, joga para o outro, coloca o pé no acento para se apoiar, mas o pé escorrega e ele acaba sentando na cadeira, totalmente colado agora.
 Enquanto o curioso se sacode, o amigo se aproxima, estranhando a situação. Desta vez o curioso não perceba a aproximação do amigo, e não disfarça. O amigo começa a perceber o que está acontecendo. Encontra o cartaz caído no são e entende a situação.
Mostra o cartaz "NÃO TOQUE" para a platéia fazendo cara de quem diz: "agora estou entendendo...".
O amigo então se propõe a ajudar o curioso. Ele explica que vai orar a Deus para que Ele o descole da cadeira. O curioso que continua com uma cara de revoltado com a situação, não faz muita fé na eficiência da oração do amigo que mesmo assim não desiste. Dobra os joelhos e ora com um rosto que demonstra sinceridade, simplicidade e fé. Enquanto isso o curioso que estava olhando a oração com cara de revoltado, descola-se completamente.
Surpreso, o curioso se levanta com o rosto alegre e festeja com seu amigo. O amigo então pega o cartaz e entrega para o curioso que aceita de boa vontade o mesmo. O curioso coloca então o cartaz de volta na cadeira.

O amigo concorda com o curioso, mas após o cartaz "NÃO TOQUE" que esta colocado na cadeira, ele apanha -o e vira o cartaz que agora diz: "PECADO".